sábado, setembro 03, 2005

Pronunciamento do Povo

«É justo que pensemos um pouco na Pátria. Porque enfim, temos uma pátria. Temos Pelo menos – um sítio. Um sítio verdadeiramente é que temos: isto é – uma língua de terra onde construímos as nossas casas e plantamos os nossos trigos. O nosso sítio é Portugal». (Eça de Queirós, nas Farpas – 1872).

Ora Eça (essa) !!!

Vivemos em Portugal uma pobreza entristecida que esta democracia já não consegue resolver. Os governos fingem que governam e o povo finge que é governado. Já ninguém acredita ... fingir durante tanto tempo, sem deixar cair a mascara, é obra daqueles que gostam de montar espectáculos ... Mas que triste espectáculo. Pelo menos o Zé do Telhado roubava para compensar os pobres.

Resta-nos a alegria de, fazendo mais uma vez jus à nossa qualidade de Portugueses de dimensão regional, termos podido colaborar na construção de uma nação que já fomos, e de termos tido capacidade de lutar (a Guerra Civil, a revolução de Setembro, a Belenzada, Revolta dos Marechais, a Maria da Fonte, a Patuleia, etc. ...)

Não vamos ficar parados nem aceitemos o fatalismo do inevitável

«É preciso arrasar tudo isto!» - D. Pedro V após uma visita, em 1861, à Cadeia da Relação do Porto. Isto está uma imundice e o cheiro é nauseabundo ...

O regime dos Cabrais (... ) será derrubado pela insurreição e pela revolta popular. Os sinais estão à vista ... Juntem-se as vozes, ergam-se as armas, as forquilhas e as enxadas ... Venha a nova Républica.

“.... não estamos filiados em nenhum partido; se o estivéssemos, não seríamos decerto conservadores nem liberais. A nossa bandeira é a VERDADE. Não recebemos inspirações de quem quer que seja e se alguém se serve do nosso nome para oferecer serviços, que só prestamos à nossa consciência e ao nosso dever, - esse alguém é um infame impostor que mente.” (O Besouro, 1878)

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quarta-feira, agosto 31, 2005

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Estou pronto para começar...